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E ai, posso comprar?

por Fernando Santos

Estamos em constante conflito entre o que desejamos adquirir e o que nossos recursos financeiros permitem. Os desejos são ilimitados, enquanto os recursos são limitados, em alguns casos, extremamente limitados.

Temos o conflito entre consumir hoje ou poupar e postergar o consumo. Muitas vezes, queremos consumir mais do que nossa renda atual nos permite. Muitos não conseguem se controlar e acabam se endividando de maneira irresponsável.

Consumir não é errado; pelo contrário, o consumo atende nossas necessidades e nossos desejos, mas para evitar que o dilema entre o querer e o poder nos coloque em uma enrascada financeira, devemos planejar o consumo.

  •        O consumo planejado

Consumir de maneira planejada e consciente não significa restringir gastos e deixar de comprar. Não se trata de fazer menos de tudo. É fazer mais daquilo que é mais relevante para você e menos daquilo que é menos relevante para sua realidade, seus anseios e de sua família.

O planejamento financeiro possibilita consumir mais e melhor. Consumir “mais” por meio da potencialização do dinheiro e “melhor” via eliminação de desperdícios.

  •       Vantagens de planejar o consumo
  •  Controlar o endividamento pessoal: o consumidor consciente de seus gastos pode se controlar melhor. Mesmo que ele passe por dificuldades, pode sair delas mais rapidamente do que outro que não planeja seu consumo
  • Auxiliar na preservação e no aumento do patrimônio: o consumidor que consome planejadamente tem mais condições de destinar parte de sua renda para a poupança.
  •  Eliminar gastos desnecessários: “o leite acabou” ou “fiquei sem café” – corre para o lugar mais próximo e acaba comprando produtos mais caros. Quem planeja incorre em menos gastos desnecessários, compra mais barato e a marca que gosta.

Segue algumas dicas para você:

  •          Pesquisar preços com antecedência, fisicamente ou pela internet.
  •          Pechinchar, negociar, pois os vendedores são treinados para conseguir vender mais caro;
  •         Experimentar pagar com dinheiro em vez de cartão. Às vezes, você consegue um desconto.
  •          Atente para o real preço dos produtos nas vitrines (não apenas para o valor da parcela).

Quando for ao supermercado:

  •    Fazer uma lista de compras com os preços médios que costuma pagar e compare preços;
  •    Ir alimentado e ao levar crianças, combinar previamente com elas o que comprarão (é uma oportunidade para educar financeiramente os filhos).
  •    Experimentar outras marcas mais baratas.
  •    Aproveitar as promoções, mas não ser vítima delas.
  •    Acompanhar o registro dos produtos no momento de passá-los pelo   caixa,  as vezes o preço é maior do que o marcado na gôndola, faça valer os seus direitos.

 

Fonte de Pesquisa: Banco Central do Brasil – Cartilha Educação Financeira

 

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